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22 jan 2020, 14h09

Desintoxicação Digital e Influências nos Meios

Estudo aponta riscos em campanhas de marketing apenas no meio on-line

The New York Times publicou artigo que trata da “desintoxicação digital”

Um volume menor do uso de dispositivos móveis pode impactar os anunciantes que passaram a depender fortemente de campanhas digitais. É isso o que aponta o artigo “Your Digital Detox Diet May Be Toxic to Advertisers” (“Sua dieta de desintoxicação digital pode ser tóxica para os anunciantes”), de autoria da jornalista Tiffany Hsu, publicado recentemente no The New York Times.

Tiffany escreveu o texto após análise de um estudo da agência de mídia Hearts & Science, que acompanhou como 2.444 americanos usaram seus dispositivos móveis durante 14 meses. O resultado foi de uma tendência da fadiga tecnológica – 64% dos participantes diminuíram o uso de aplicativos no período do estudo -, gastando quatro horas por dia em aplicativos, abaixo das cinco horas no início do estudo.

Responsável pela pesquisa, a diretora de audiência da agência de mídia Hearts & Science diz que a diminuição do uso de dispositivos móveis pode ter “grandes implicações para os profissionais de marketing e para os modelos de negócios digitais que dependem da captação de atenção”.

De acordo com a eMarketer, empresas nos Estados Unidos investiram US$ 99 bilhões em anúncios destinados a dispositivos móveis em 2019, valor que supera o investimento feito em televisão e impressão juntas. Neste contexto, a edição de 2019 do Radio Show, realizada em Dallas (Estados Unidos), apontou para a necessidade de equilíbrio nas estratégias publicitárias, levando em consideração que as campanhas mais efetivas contam com estratégias de publicidade que combinam diferentes canais, sejam on-line ou off-line. Um levantamento da LeadsRX, divulgado no final de novembro nos Estados Unidos, afirma que “é o rádio que gera resultados digitais e ajuda na busca de novos clientes”.

Fonte: https://tudoradio.com